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Notícias referente ao Bicho da Areia



16/11 - Areia

Areia

 

Composição da Areia.
 
O constituinte mais comum da areia em ambientes continentais interiores e em ambientes costeiros não tropicais é a sílica (dióxido de silício, ou SiO2), usualmente na forma de quartzo, o qual, devido a sua inércia química e elevada dureza (7,0 na escala de Mohs), é o mais comum dos minerais resistentes ao intemperismo. A composição da areia é altamente variável, dependendo da rocha-fonte e das condições locais. As brilhantes areias brancas encontradas em zonas costeiras tropicais e subtropicais são calcários erodidos e podem conter corais e fragmentos de concha, além de outros materiais orgânicos, sugerindo que a formação da areia depende também de organismos vivos. As dunas de areia formadas de gipsita no Monumento Nacional das Areias Brancas, no Novo México (EUA), são famosas por sua cor branca, brilhante. O arcósio é uma areia ou arenito com considerável teor de feldspato, derivado do intemperismo e erosão sobre um afloramento de rocha granítica, usualmente situado a pequena distância. Algumas areias contêm magnetita, clorita, glauconita ou gipsita. Areias ricas em magnetita são escuras ou negras, como as areias derivadas de basaltos e obsidiana. Areias contendo clorita-glauconita têm cor tipicamente verde, como as areias derivadas de basaltos com alto teor de olivina (ex. Praia de Papakolea, na ilha Grande, Havaí). Muitas areias, especialmente aquelas encontradas em grandes extensões da Europa meridional, possuem impurezas de ferro dentro dos cristais de quartzo, dando uma cor amarelo-escura. Depósitos de areia em algumas áreas contêm granadas e outros minerais resistentes à erosão, incluindo algumas pequenas pedras preciosas (turmalina, zircão, epidoto, andaluzita, etc.).
 
Usos da Areia
 
A AREIA é geralmente o principal componente do concreto.
AREIA é o principal componente na produção de vidro.
Em nevascas ou quando há presença de gelo, a AREIA é espalhada nas estradas para dar maior tração aos pneus evitando acidentes.
Fábricas de tijolos utilizam AREIA como aditivo à mistura de argila para o fabrico de tijolos.
A AREIA é muitas vezes misturada com tinta para criar um acabamento texturizado para paredes e tetos ou uma superfície não escorregadia ao chão.
AREIA fina é usada, junto com outras substâncias, como composto de filtros de água.
Solos arenosos são ideais para certos tipos de culturas, como melancia, pêssegos, e amendoim e muitas vezes são preferidas para a produção leiteira intensiva devido às suas excelentes características de drenagem.
A AREIA é utilizada em paisagismo para fazer pequenas colinas e declives (por exemplo, na construção de campos de golfe).
Sacos de AREIA são usados para proteção contra inundações e, eventualmente, contra armas de fogo. Os sacos podem ser facilmente transportados quando vazios e, em seguida, preenchidos com AREIA local.
Ferrovias usam AREIA para melhorar a tração das rodas sobre os trilhos.
AREIA é usada como peso para diversos usos, como, por exemplo, pesos de academia e o componente interno do suporte das fitas adesivas de escritório.
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16/11 - Pedra

Pedra

 

Historia da Pedra
 
Desde o começo da história do homem vemos sua relação com as pedras, são os materiais de construção mais antigos, tanto as pedras como a madeira puderam ser empregadas praticamente sem alteração do seu estado natural. Como a madeira foi destruída e a pedra conservada, a ciência denominou aquela época quaternária de “Idade da Pedra”.
 
Os primeiros megalíticos apareceram cerca de 3.000 AC. (período neolítico superior) na Espanha  e mais tarde no sul da França, inicialmente sob a forma de “dolms” (mesas de pedra) e assim usaram mais e mais a pedra, podemos citar grandes exemplos na história como  as pirâmides de Quéops, Quefren e Miquerinos, a Esfinge, o templo de Carnac, Cova de Menga, a Acrópole em Atenas, e muitos outros.
 
O uso da pedra se intensificou e diversificou, sendo empregada em canais , túneis, pontes, palácios, igrejas e edifícios públicos. As civilizações americanas dos Incas e Maias  também utilizavam intensamente  a pedra como elemento fundamental de suas construções, geralmente de fundo religioso. 
 
Posteriormente, na Idade Média, encontram-se em todos os países europeus obras clássicas construídas em pedra como por exemplo: O Mosteiro de Santa Maria de Vitoria, O Louve e a Notre-Dame de Paris e o Escorial.
 
Com aparecimento da construção metálica e o desenvolvimento do concreto armado, a pedra , como material estrutural , sofreu forte impacto. Diante da situação, a pedra de construção passou a ter seu campo de aplicação bem definido e limitado: muros de arrimo, fundação pouco profundas, blocos para pavimentação descontínua, lastro de ferrovias e principalmente como material agregado, como componente do concreto de cimento portland de uso estrutural ou mistura betuminosa usada em pavimentação. 
 
Mais adiante, a pedra foi utilizada sob novas formas e aplicações, como por exemplo placas utilizadas no revestimento de paredes e pisos, funcionando neste caso não como material suporte ou base, mas como elemento de acabamento e proteção.
 
Em decorrência de sua alta durabilidade e qualidade, o material voltou a ocupar importante papel nas construções, revestindo outros materiais menos nobre para dar a impressão do uso da pedra em forma maciça, com grandes efeitos arquitetônicos pela, textura e belíssimo aspecto.
 
É, entretanto, como parte integrante dos concretos de cimento e asfalticos, revestimentos de pisos e paredes, construções de muros, fontes e cascatas que o material ocupa hoje novamente a primeira linha em importância, dentre os materiais de construção.
 
O fato é que as pedras são duras e resistentes a destruição provocada pelo tempo, detalhe fundamental que cerca a história das pedras na cultura e na vida de toda a raça humana.
 
Esta matéria-prima fundamental nas construções antigas ganharam o status de elemento decorativo nos anos 1950.
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